Distimia: a doença do mal humor!

 A Distimia é uma doença crônica do humor que não ocorre em episódios, mas sim de forma contínua. Ela traz sofrimento e prejuízos à pessoa apesar de ter menor gravidade que as chamadas “depressões maiores”. As pessoas com Distimia são identificadas por apresentarem-se sempre mal humoradas. São aquelas pessoas que vivem o tempo todo “com uma nuvem negra acima da cabeça”. O comportamento “mal-humorado” geralmente inicia-se ao final da adolescência, mas pode começar após os 30 anos ou até mesmo na infância.

 
 

O portador da Distimia apresenta várias queixas como:

 

Sensação de cansaço

Baixa energia ou fatigabilidade

Preocupação excessiva Insônia ou excesso de sono

Aumento ou diminuição do apetite

Baixa auto-estima

Falta de concentração

Perda de interesse e prazer nas atividades

Desesperança

 

 

A intensidade dos sintomas pode variar, havendo períodos curtos de remissão dos mesmos. O portador adulto deste distúrbio normalmente apresenta humor deprimido maior parte do tempo, enquanto crianças e adolescentes apresentam humor irritável. Em função dos sintomas distímicos, é muito comum que as pessoas procurem outros especialistas, pois não valorizam os sintomas relacionados com a tristeza acreditando ser natural ou que não exista tratamento para os mesmos.

 
 

 TRATAMENTO
 

Tratamento O Tratamento é feito com o uso de fármacos associado à Psicoterapia.

 

 

TRATAMENTO PSICOTERÁPICO

 

 

O psicoterapeuta atua convocando o indivíduo a entrar em contato com suas emoções, reconhecendo-as, para então aprender a lidar com elas. O intuito é promover uma reflexão sobre as reais causas do comportamento distímico, além de reconhecer os recursos internos e as várias possibilidades de mudança. A psicoterapia oferece um suporte que visa minimizar o sofrimento e os impactos negativos decorrentes do transtorno na vida da pessoa.

 

 

TRATAMENTO MEDICAMENTOSO

 

No caso de Distimia o uso de psicofármacos é indicado para eliminar os sintomas. A prescrição de qualquer medicamento é feita por um médico psiquiátra. Desta forma, é fundamental que o paciente procure além do Psicólogo, um médico.